Por um realismo urbano

Diante da luz do sertão

O preto e branco suave das cidades

Dramas em preto e branco

Um país em marrom

Contraste cromático nas comédias populares

Cores da violência

Algumas experiências isoladas na década de 1980

O olhar documental

 


Sombras internas e externas no sol do sertão
Tatiana Monassa

Mandacaru vermelho (1961)

A hora e vez de Augusto Matraga (1966)


 


Rio de Janeiro: sábado 25, 16h · terça 28, 18h
Brasília: quarta 5, 18h30 · domingo 16, 18h30

Augusto Matraga, fazendeiro violento, é pego em emboscada e salvo por um casal de negros. A partir de então, torna-se religioso até encontrar-se com o jagunço Joãozinho Bem-Bem, que desperta nele o sentimento de vingança.

35 mm, p&b, 120 min; companhia produtora: Produções Cinematográficas Luiz Carlos Barreto; produção: Luiz Carlos Barreto; direção de produção: Ivan de Souza;
assistência de produção: Cezar Pacheco, Jorge Karam; financimento/patrocínio: Banco do Estado da Guanabara – CAIC, Banco do Estado de Minas Gerais; companhias distribuidoras: Difilm, Cinematográfica Polifilmes; roteiro: Roberto Santos (baseado no conto A hora e vez de Augusto Matraga, de João Guimarães Rosa); diálogos adicionais: Gianfrancesco Guarnieri; direção: Roberto Santos; assistência de direção: Guaracy Rodrigues, Harley O. Carneiro; direção de fotografia: Hélio Silva; assistência de fotografia: Ronaldo Nunes; assistência de câmera: Ronaldo Nunes, Claudio Portioli; chefe eletricista: Ruy Medeiros; direção de som: Sérgio Montagna; sonoplastia: Geraldo José, Walter Goulart; montagem: Sylvio Renoldi; figurinos: Assis A. Horta; trilha musical: Geraldo Vandré; canções: “Cantiga brava” (Geraldo Vandré), “Modinha” (Geraldo Vandré), “Hora de lutar” (Geraldo Vandré); elenco: Leonardo Villar, Jofre Soares, Maria Ribeiro, Áurea Campos, Flávio Migliaccio, Emmanoel Cavalcanti, Ivan de Souza, José Marinho, Solano Trindade, Maurício do Valle.