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O preto e branco suave das cidades Contraste cromático nas comédias populares |
Rio, Zona Norte (1957) |
Ao cair do vagão de um trem de subúrbio lotado, o compositor de sambas Espírito da Luz Soares fica gravemente ferido e aguarda ser socorrido na linha férrea. Semi-inconsciente, revive diversos momentos de sua vida. 35 mm, p&b, 86 min; companhia produtora: Nelson Pereira dos Santos Produções Cinematográficas; produção: Nelson Pereira dos Santos; produção executiva: Mário Marinho (Mário Audrá Jr.); direção de produção: Raimundo Hygino; produtor associado: Mário Marinho; assistência de produção: Arlipio Resende, Diógenes Costa; Guy N. A. Cardozo, Carlos Ishibarro; companhias distribuidoras: Ubayara Filmes, Livio Bruni; argumento, roteiro e direção: Nelson Pereira dos Santos; assistência de direção: Guido Araújo, Ivan de Souza; direção de fotografia: Hélio Silva; assistência de câmera: Ronaldo Lucas Ribeiro, Ewerton Pimentel, Ivo Campell; direção de som: Silvio Rabelo; montagem: Mário Del Rio; cenografia: Lito Cavalcante; partitura musical: Alexandre Gnatalli; regência musical: Radamés Gnatalli; canções: “Mexi com ela”, “Dama de ouro”, “Mágoa de sambista”, “Fechou o paletó” (Zé Keti); “O samba não morreu” (Zé Keti/Urgel de Castro); “Vida mansa”, “Grito de uma raça” (Vargas Júnior); “Bateram minha carteira” (Elias Ramos); “Pretexto” (Herondino Silva/Augusto de Mesquita); elenco: Grande Otelo, Jece Valadão, Paulo Goulart, Maria Petar, Malú, Vargas Júnior, Ângela Maria, Haroldo de Oliveira. |
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